Quando penso e não escrevo
A frequência aumenta na mesma proporção que digo – não posso esquecer meu caderninho de anotações, não posso ter preguiça de escrever quando a idéia vem, não posso confiar em mim que eu não vou esquecer aquele bom pensamento.
Eu estava agora a pouco na janela e a lua olhou pra mim. Mas foi tão rápido porque logo uma nuvem acabou com a nossa festa. Mas ficou tão bonito aquela nuvem tentando cobrir o brilho pálido da lua! A vida é assim: ficamos com raiva daquela nuvem que estragou o momento perfeito, mas não é isso. A nuvem complementou o bom momento. Olha só, estou aqui, cheguei sem avisar, mas não quero atrapalhar sua festa.
É uma questão de direito pelo espaço no céu. Afinal o mundo é livre (pelo menos deveria ser).
Eu comecei escrever este post ontem, mas aconteceu o que eu disse: o pensamento – minha lua – foi pega de surpresa por uma nuvem, perdeu-se.
Fim.
(porque eu realmente não sei como terminar esse post.)










Frncine:
Adoerei seu texto que começou pelo brilho da lua e se perdeu em seus
pensamentos.
E também a foto que ilustrou bem o texto. Parabéns!
#Agora vamos falar do assunto das canecas. Bem, você disse que preciso
ser uma Luluzinha, certo? Como assim? Morando em Salvador…
Percebi que vc mora aqui também e ai?
#Comofaz?
Beijos.
Anny. @Annyllinha
Adorei!!
Às vezes a gente se distrai com nuvens e já era! As idéias vão embora!
Por isso é bom anotar tudo! Mesmo que a gente lembre depois, não será do mesmo jeito que havíamos pensado naquele momento.
O seu poensamento se perdeu, mas o texto ficou ótimo!
Muito legal!
Beijos!
Oi Francine. Gostei do texto. Perder as idéias acontece comigo também e interessante que tem acontecido com mais frequencia. Penso sobre um assunto, sobre o que vou escrever, mas por estar sem papel ou sem computador, as idéias se perdem.
Tem um meme para vc no meu blog.
Beijos.
Gostei da coisa incompleta, dos teus devaneios que foram se perdendo. Eu (quase) sempre ando com meu pequeno Moleskine onde anoto tudo, desde primeiras frases para prováveis romances/contos, passando por uma única palavra de que gostei da sonoridade, até o esboço de uma história (ou parte dele) que me possui de repente, do nada – amo muito essas coisas.
Da próxima vez que a preguiça ou a dúvida te abraçar, tire os braços dela do teu corpo e a jogue da janela do teu apartamento, okay?